Viver não é fase encerrada.
Tanto é que estou aqui insistindo em novas postagens e contando com meus leitores pacientes. Os comandos não obedecem o comandante, porém sigo determinada a escrever mais uma mensagem relatando as peripécias de um retorno. Não reconhecer a própria casa, andar por ela como se fosse a primeira vez, notar a ausência de pessoas queridas e não encontrar os motivos, dúvidas sobre os desaparecimentos, se estariam mortas ou me abandonaram, diante destas perguntas sem respostas, deixo a vida continuar.. Às vezes me pegunto não encontrando respostas, desisto, abandono reflexões e assim vou continuando sem respostas para as dúvidas. O desespero parece me enlouquecer, queria respostas e só encontro peguntas, me perdi no mundo mas continuo vivendo.Sigo a deriva como um barco sem rumo.